domingo, 12 de outubro de 2014

Sobrevivencia Desesperada- Capitulo 5

Matew On

A selva era escura, quente e assustadora. Os sons que vinham de mais de dentro da selva era realmente estranhos, provavelmente de animais modificados pala Capital, mas era assustador imaginar que algum deles podia resolver fazer uma boquinha a noite. Mas uma coisa me deixava inquieto, era que Emy estava viva, ou seja, podia sair a procura-la agora mesmo, pouco importava se estava com sono ou sede, já que não achamos água fora a água salgada do mar. Mas eu sabia que tinha que me controlar, que tinha que pensar no que fazia, afinal, não ia conseguir acha-la se ficasse andando a noite, podia encontrar carrerista, me perder, e sabe-se lá o que mais. Não, eu vou esperar amanhecer, e ai sim, nada vai me impedir de achar ela.
Esse é meu problema. Tudo que faço em relação a Emy é por impulso, instinto, vontade de protege-la e ficar com ela, sem pensar muito, sem nem querer saber se vou me ferrar, por que se ela estiver bem e comigo tanto faz o resto. Ela é meu unico, grande, perfeito e maravilhoso problema, mas ainda era um problema.
Fiquei de tocaia por um bom tempo, meio inquieto por causa dos pensamentos e dos barulhos da selva, então acabei indo fazer uma armadilha com uns cipós das arvores que achava para ver se na manhã seguinte teria sorte. Fiz uma armadilha simples a alguns poucos metros de distancia voltei a ficar de tocaia perto da Nara. O tempo foi passando e por mais que eu tentasse, meus olhos começaram a ficar pesados e quase não ma aguentava em pé, e por mais que eu odiasse a ideia de acordar Nara, que dormia tão tranquila no saco de dormir, sabia que tinha que dormir ou não conseguiria ficar acordado ou prestar atenção em nada, e nos jogo isso pode custar sua vida. Acordei a Nara, que não ficou brava por precisar ficar de ronda, então eu me aconcheguei no saco de dormir e dormi em questão de segundos.
Quando Nara me acordou, o sol já estava brilhando no seu meio roxo meio rosa do amanhecer.Me levantei, comemos as frutas secas e eu começei a procurar por raizes, frutas ou plantas comestiveis, já que fiz isso minha vida inteira, mas esse não é um ambiente da qual estou acostumado, as plantas e arvores me parecem estranho, e apenas alguns cantos de passaros me parecem familiares, mesmo assim consegui com muito esforço achar algumas raizes e algumas frutinhas vermelhas, e como alguns esquilos estavam comendo, achei que não deviam ser venenosas, para comer mais tarde, mas o que mais prescisavamos era de agua, uma coisa que não achamos nem rastro. Fui olhar a armadilha que fiz na noite passada, mas nenhuma sorte, estava vazia, então arrumamos as coisas e começamos a andar, tanto para achar agua, quanto a Emy.
Já estavamos andando por algum tempo quando de repente ouvimos um grito alto, proximo e agudo. Tinha certesa que era a voz de Emy. Desesperado começei a correr o mais rapido que consegui na direção do grito, deixando Nara para traz, tentando chegar até Emy. Logo A vi de longe, correndo na minha direção com uma cara de assustada, e atras dela estavam o garoto do 1, os os dois do Distrito 2 e a garota do 4, todos com uma cara maliciosa e animada
- Volta aqui, fofinha!- gritou a garota do 2, segurando sua espada
- Nem começamos a nos divertir!- falou o garoto alto e meio forte do 1, que segurava uma lança, e começou a rir
Ouvi elas gritando a palavra "corre" e assim que ela estava perto de mim, começei a correr tambem. Mesmo que elas estivesse atraz dela, duvido que fossem perder a oportunidade de acabar com outro tributo. Continuei a correr o mais rapido que podia, mas eles começavam a chegar cada vez mais rapido. Nara apareceu mais a frente, e depois que viu a situação, ela correu para a direção oposta.
- Siga a Nara! Eu vou tentar distrair eles!- gritei para Emy, que acenou com a cabeça e correu para a esquerda em quanto eu fui para a direita.
A garota do 4 e o garoto do 1 me seguiram em quanto o garoto e a garota do 2 foram na direção da Emy e da Nara. Em quanto corria, podia sentir eles chegando cada vez mais perto, até que uma faca passou raspando pelo meu pescoço e fez um corte bem fundo se abrir, mas não sentia dor por conta da adrenalina  e não diminui o ritmo da corrida
- Merda, errei!- ouvi a garota gritar e pegar mais uma faca
Precisava pensar em alguma coisa. E rapido. Algo que os atrasasse ou...
Começei a correr para outra direção e os carrerista foram me seguindo. O plano era simples, chagar até onde nós acampamos noite passada e tentar fazer com que eles caissem na minha armadilha. Por sorte não estava tão longe do lugar, porque logo reconheci o arbusto grande e estranho que ficava do lado da armadilha. Fui correndo na direção dela e quando estava um pouco antes dela, pulei por cima da armadilha, corri mais um pouco e olhei para traz. A garota do 4 tinha prendido a perna e caido de boca no chão, em quanto o garoto do 1 tropeçou nela e tambem caiu. Isso me deu tempo, mas pouco porque a garota do 4 pegou uma das facas dela, cortou a armadilha, o garoto do um se levantou (com sangue escorrendo do nariz) e voltaram a correr. Mas o tempo foi suficiente, porque consegui me esconder de baixo de uma das raizes grandes de arvore, bem quando eles apareceram. Meio atordoados ainda, eles pararam e olharam ao redor, procurando som de alguem correndo ou qualquer sinal meu
- Vai por ali que eu vo por lá- ouvi o garoto falando e os dois saindo meio correndo meio andando. Uma coisa boa foi que o garoto foi  para a direção oposta de onde eu estava e se afastou rapidamente, mas a garota vinha na direção do meus esconderijo. Fiquei parado esperando ela passar, mas uma hora ela parou praticamente na minha frente e ficou olhado em volta. Era minha chance. Pulei em cima dela e a derrubei no chão, mas ela era rapida, pegou uma faca e tentou me acetar, então sai de cima dela para não ser cortado pela lamina. Continuamos brigando, ela tentando me atingir com a faca, até que eu finalmente consegui agarra-la e joga-la longe
 
 Ela levantou e jogou a faca, que passou raspando pala minha cabeça e se fincou na arvore atraz de mim. Em quanto tirava a faca da arvore, a garota do 4 já pegava outra faca do cinto dela e me atacava. Mais uma vez desviei e contra-ataquei mirando no olho dela, mas só consegui abrir um corte bem fundo no rosto dela, que por pouco não a deixou cega. Ela gritou de dor.
- Coliz? Coliz!- ouvi o garoto do 1 gritar. Ele estava perto
Aproveitei que ela estava abaixada no chão reclamando de dor e corri para a direção oposta da voz do garoto. Por mais que estivesse quase sem folego, continuei correndo o mais rapido que podia, me distanciando e temendo que estivessem ainda atraz de mim. Metros e mais metros depois, eu fui puxado por um braço, me desequilibrei e cai em uma das raizes de arvore. Olho para cima e vejo Emy e Nara.
- Onde eles estão? Eles estão vindo?- Emy pergutou para mim rapido e assustada
- Machuquei... a ga...garota do 4... e...despistei o... garoto do 1- falei tentando respirar. mas o ar parecia simplesmente não me ajudar
Elas deram um susupiro de alivio e sentara na minha frente, em quanto minha respiração começava a voltar ao normal. Emy se virou para mim e seu rosto calmo e aliviado tornou a ficar assutado e preocupado em segundo
- Que sangue é esse?!- ela perguntou apontando para minha camisa, que estava manchada de vermelho vivo
- Não é meu sangue- falei- é da garota do 4
- E esse saindo do seu pescoço?- ela passou a mão dele e eu comecei a sentir dor
- Ta, esse é completamente meu-felei
Agora que começava a me acalmar, a adrenalina foi embora e a dor dos machucados, arranhoes e hematomas começava a ficar cada vez maior.
Emy pegou um pedaço de musgo de uma pedra e apertou no meu pescoço. A dor foi horrivel e eu acabei soltando uma reclamação
- Ela cortou a a arteria principal onde passa mais sangue. Tenta estancar isso ai antes que você perca mais sangue.- ela falou e deixou o pedaço de musgo para que eu segurasse
- Mas vocês estão bem?- perguntei tentando suportar a dor
- Quase ilesa. Nos ralamos um pouco, mas acertaram a Nara com um daqueles bumerangues estranhos com laminas- ela falou e então eu vi no braço dela um grande corte que sangrava muito
- Nós nos livramos deles nos escondendo no lugar onde durmimos ontem, e quando eles estava quase nos achando, ouviram um grito e foram correndo ver o que era. Saimos de lá e nos escondemos aqui pra te esperar- Nara falou
- Era a garota do 4- falei e começei a explicar para elas. Em alguns poucos minutos já tinha contado tudo que tinha acontecido e o corte que fiz nela
Ficamos lá por mais um tempo. Comemos as raizes e  as frutinhas vermelhas que achei mais cedo e tomamos o pouco de agua que a Emy ainda tinha. Ela falou que achou um riacho na ilha que fica no Leste e que podiamos ir lá para aranjar mais agua. Então decidimos que iriamos para lá, arrumamos nossas coisas e começamos a seguir a bussola em direção Leste.
Em quanto caminhava, me perguntava como estava a garota do três e se eles viriam atraz de nós.
Matew off

Coliz On


Nunca sinti tanta dor. O sangue quente escorria do meu rosto e deixava meu olho ardendo e sem ver nada. Quando gritei, Millow, o garoto alto, forte do 1, apareceu, mas  o garoto do 11 já tinha fugido. Não só ele como o Ruddy, o garoto baixo, moreno do 2, e a Gerlya, a garota mais ou menos da minha idade cabelos ondulados castanhos e chata do 2, apareceram para ver o que tinha acontecido.
- Ah, droga era só você- Gerlya falou meio decepcionada- Sabia que quase pegamos aquelas garotinhas?- ela falou com tom de raiva
- Sabia que estou sangrando e quase arrancaram meu olho?- falei quase gritando com ela
- Parem, vocês duas. Vamos voltar para a Cornocopia, prescisamos descançar e eu já estou ficando com fome.
Todos concordamos e fomos andando de volta para a Cornocopia. Ruddy teve que me ajudar na parte de andar já que meu pé doia e não conseguia ver, mas por sorte mesmo ele sendo baixo, ele era forte e conseguiu me ajudar. A cada meia hora, Gerlya ficava reclamando que estavamos muito longe e que quase matou aqueles garotos com aquela voz desafinada e enjoada dela. Juro que se não fosse pelos outros, já tinha matado ela a muito tempo, mas os outros ainda estavam desconfiando um pouco de mim. Em algum momento da nossa caminhada, ouvimos o tiro de um canhão que sinalizava que alguem morreu, e eu torcia com toda vontade que tivesse sido o garoto do 11 que morreu pela perda de sangue, porque deis de que saimos daquele lugar, eu xingava, reclamava e falava todos os palavrões que conhecia baixinho ou na minha cabeça, por que juro que vou me vingar daquele imbecil.
Quando eles me aceitaram como carrerista, fizeram isso por causa da minha ahabilidade mas tava na cara que não confiavam muito em mim, mas acabei conseguindo faze-los relaxar com a ajuda do Viller, que tambem tinha entrado no grupo. O bom disso é que temos muita comida, agua e armas, ou seja, pude pegar um monte de facas só para mim já que ninguem mais sabe usar alem de mim, e um sinto especial só pra carrega-las de forma que possa tirar e lançar com facilidade. Mas no momento, o que eu mais quero é o kit de primeiros socorros que tem lá
Chegamos lá quando o sol já quase sumira. Viller, Narla, que era uma garota alta, loira e forte do 2, e  o garoto do 6 chamado Fleer, que ficaram lá vigiando o lugar em quanto saimos para caçar, nos recepicionaram com a noticia de que tinha conseguido pegar o garoto do 8. Isso explica o som do tiro de canhão, o que me deixou meio desapontada, mas já era um começo.
Em quanto os outros começavam a comer, eu peguei o kit de primeiros socorros, limpei o ferrimento e passei uma pomada que fez meu rosto doer ainda mais para ver se melhorava, mas depois de um tempo cheguei a conclusão de que ele não se fecharia sozinho, então sentei no chão em frente ao escudos de metal que tinhamos, e com a ajuda de uma agulha a linha que achei na caixinha, eu começei a costurar o ferimento, o que de longe foi pior do que resceber o golpe. A cada ponto que eu dava, um leve gritinho, gemido ou reclamação escapava da minha boca por conta da dor, e sangue manchava mais ainda minha roupa, mas depois de alguns longos, sofridos e torturosos minutos, eu finalmente acabei, ficaram meio mal feitos, mas acabei, tomei umas pilulas anestésicas que achei para aliviar a dor e tentei limpar um pouco minhas mão e meu rosto no mar, mas meu rosto ainda estavam sensiveis, então deixei meio machado de sangue mesmo
- Minha nossa- Exclamou Millow quando me juntei a eles para comer
- Você ta horrivel! Que nojo!- Gerlya falou enojada fazendo uma careta para mim

Juro que só não começei a xingar ela, porque qualquer movimento do meu rosto era dolorido, então simplesmente me sentei em silencio e comi o que tinha. Maças, carne seca, cereais e um pouco de agua. O unico bom agora é que alem de estar de barriga cheia, os machucados que consegui no Banho de Sangue no começo dos jogos já sumiram graças aos remedios da capitais. Quando chegou a horas de nós dormimos, falei que não ia conseguir dormir então ia ficar vigiando primeiro e mesmo com a relutancia deles, acabaram aceitando, já que Viller ficaria tambem
Ficamos lá, eu e o Viller me silencio por um tempo até que ele perguntou:
- Você confia neles?- ele falou sussurando por não estarmos tão longe assim de onde todos dormiam
- Nem um pouco, e você?
- Tambem não. Escuta, pensei em nós dois fugirmos, roubarmos algumas coisas e irmos o mais longe que conseguirmos
- O que? Agora?- Falei surpresa. Não imaginava que ele fosse sugeriri uma coisa dessas já que parecia se dar bem com eles
- Não, mais tarde. Podemos ficar de guarda amanhã a noite de novo e quando tomos estiverem saindo,nós sumimos de vista, vamos para bem longe.
Ele olhava esperansoso para mim, porem duvidoso, pois sabia que se ele saisse sozinho ia morrer na certa, mas juntos podiamos despista-los. Fiquei em silencio por um tempo, até que respondi
- Por que não? É uma boa ideia. Então fujimos amanhã. Mas por que não matamos todos agora? Podiamos ficar com tudo para nós é seria melhor
- Mesmo estando dormindo, eles vão acabar acordando e não vamos conseguir matar todos sem morrer. São 4 contra 2, é suicidio tentar. Alem do que,  se eles continuarem assim, vão acabar eliminando outras pessoas, ainda mais se não conseguirem nos achar, e assim eliminando nossos concorentes tambem.
Pensei um pouco e concordei. Ele estava certo, era melhor simplesmente sairmos de cena. Já estava começando a ficar com sono, então fui acordar um deles para ficar no me lugar. Mesmo dormindo em um saco de dormir, me senti desconfortavel, e ainda sentia dor no rosto, então demorei um pouco pra dormir, mas finalmente consegui
Tive pesadelos de que uma faca estava cortando todo meu rosto sozinha, manchando minha visão de vermelho, e logo depois sou lançada no mar sem conseguir nadar ou respirar, e vou caindo, deixando a superficie cada vez mais longe, até que finalmente acordo suando. A dor do meu rosto na verdade melhorou, e quando olhei meu reflexo no escudo outra vez, podia ver que os pontos e o remedi ajudaram a fechar um pouco o corte, mas não o suficiente para tirar a linha. Quando acordei, Fleer, Ruddy e Narla já estavam de pé, comendo juntos
- Bom dia, Frankenstain- falou brincando
- Cala a boca- Falei mal humorada e peguei uma maça- Vocês estão pensando em sair pra caçar hoje de novo? -perguntei para eles
- Sim, vamos eu, o Millow, o Ruddy, a Gerlya e você.- Fleet falou
- Me tira dessa, vo dar não acho que vou servir para alguma coisa desse jeito, não conseigo nem ver direito ainda. Pode ir no meu lugar, Narla?- perguntei para Narla, que pareceu impolgada com a ideia
- Okay. Acho que vou acordar eles, daqui a pouco nós vamos sair e ver se conseguimos matar alguem- falou o Ruddy se levantando para ir acordar  Gerlya, Millow e Viller
Eu odiava isso. Eles falavam em matar pessoas como se fosse a coisa mais normal do mundo, como se não fosse nada, como se estivessem simplesmente matando insetos, como se.... Emfim, era repugnante. E o pior foi o dia em que eles começaram a falar de maneiras de matar, esquartejando, cortando a cabeça fora (esse era o preferido do Millow), ou simplesmente deixa-lo sangrando até morrer. Mesmo eles sendo treinados para matar e lutar deis de pequenos, isso era algo assustador, uma das razões para não conseguir confiar neles.
Em uma hora, todos já estavam acordado, prontos e já começavam a fazer suas coisas, assim eu fiquei na Cornocopia com Viller, passando mais uma camada de remedio no meu corte e tentando arranjar o que fazer. Ficamos lá, por horas e horas, brincando de acertar coisas de longe eaté de jogar coisas no mar o mais longe possivel
- Joguei mais longe- Viller falou depois de tacar uma conchinha no mar
- Nadaver, eu joguei bem mais longe que isso!
- Ta bom então- ele falou, se abaixou, pegou uma pedrinha e deu para mim- Prove
Peguei a pedra e joguei com toda força no mar, e ela foi quicando até bater em alguma coisa e afundar.Não deveria ter afundado, alias, não devia nem ter algo para bater, então minha reação foi ficar olhando, esperando para ver se conseguia olhar no que ela tinha batido. No começo não aconteceu nada. Podia ser apenas uma pedra, uma parede de corrais, ou... ou...
- O que é aquilo?!- Viller perguntou

O lugar onde a pedra tinha caido começava agora a borbulhar, e alguma coisa viscosa, gosmenta e cinzenta começou a emergir do mar e vir na nossa direção, um não, uns varios. Segurei o braço de Viller e o arrastei para fora do mar, já que ele parecia hipnotizado pelo que estava acontecendo. Corri até a entrada da Cornocópia e depois olhei para traz de onde as coisas saim. No começo me pareceu apenas uma gelatina ambulante, mas a forma viscosa foi tomando forma até que as pernas e braços finos demais para o corpo gordo e pesado ficassem reconheciveis. Olhos grandes e pretos, apenas bolas enormes, opacas e brancas que prendiam de cada lado da pequena cabeça do animal que agora me lembrava muito um sapo gigante e preto como carvão. A boca que abria e fechava deixava bem amostra os grandes e pontudos dentes que pareciam ocupar toda a boca, como um tubarão. Um bestante simlesmente assustador.
Bestantes são animais que a Capital muda geneticamente até atingirem uma forma monstruosa e mortal, sendo ela uma ave, uma mamifero, lagarto ou qualquer coisa que possa se locomover sozinha e são bem comuns e usados durante os jogos para torna-los mais interessantes, mas nunca havia visto nada parecido.
Os Bestante-Sapo, que agora se esticavam até ficar maios que eu, pulavam na direção de mim e de Viller. Me virei, peguei algumas facas e começai a taca-las nos sapos, em quanto Viller usava uma lança para mante-los bem longe de nós. Assim que eles chegaram perto demais, resolvi pegar uma espada e acabar com eles, um por um, arrancando suas pequenas cabeças ou cortando-os até que todo o sangue roxo deles saisse do seu corpo. Eu e Viller continuavamos lutando, mas ficavamos cada vez mais cansados, cada vez mais machucados e cada vez mais incurralados pelos Sapos. Tinhamos que achar um jeito de acabar logo com aquilo, mas como? Podiamos continuar tentando matar todosum por um até não sobrarem mais, mas eu sabia que se fizessemos isso  seria só uma questão de tempo até que eles nos derrubassem e nos comessem vivos. Tinha que ter outra coisa. Foi ai que percebi
Sem querer, havia tacado uma das armas para longe, e assim que ela caiu no chão, alguns deles começaram a ir na direção da arma, mas a maioria continuava a tentar nos mordes e esmagar com seus corpos enormes. Claro, é por isso que tinham os olhos brancos e pastosos como leite. Eram cegos, e se orientavam pelos sons a sua volta, já que sua audição deveria ser altamente sensível a qualquer ruido, especialmente ao barulho da minha arma cortando os corpos dos seus amiguinhos. Podia usar isso contra eles?
- Viller! Tive uma ideia!- gritei bem alto para que ele ouvisse, porque alem de estarmos um pouco longe um do outro, os sapos começaram a prouduzir um som entre um coaxado e um grito estridente
Peguei um dos escudos que tinhamos e com toda força, começei a bater nela com a espada, produzindo um som alto e metalico. Na mesma hora, os sapos gigantes começaram a se afastar, sacudindo suas cabeças meio atordoados pelo som. Viller pegou outro escudo e bateu nele com seu tridente. Os sapos estavam se afastando mais ainda, mas prescisavamos que eles fossem embora, ou que suas caças estourassem com o barulho. Começei a gritar o mais alto que conseguia na direção deles, assim como Viller, e os Sapos Gigantes começaram ou a cair mortos no chão ou a pular para o lado oposto. Um tempo depois, todos os sapos que sobraram sairam correndo pela praia tentando fugir do barulho, e só paramos de gritar e bater nos escudos um tempo depois que eles sumiram da nossa vista
Cansados e com a garganta doendo, nos sentamos no chão ofegantes.
- Detestos sapos- Viller falou meio rouco
- Somos dois- concordei
Coliz Off

sábado, 4 de outubro de 2014

Sobrevivencia Desesperada- Capitulo 4


Coliz On

Acordei mais uma vez com falta de ar e com dores musculares em varios lugares, mas dessa vez o sol já começa a iluminas a Capital. Estou molhada. Urina? Não, não faço xixi na cama deis dos 4 anos. Suor? Não, é algo mais espeço e com um cheiro pior. Me levando e vejo as cobertas tingidas de um vermelho vivo. Sangue. Sangue nos lençois, no travesseiro, no meu rosto e principalmente saindo do meu pulço. Droga.
Me levantei bem rapido e fui até o banheiro lavar o ferimento e tentar estancar o sangue com uma toalha qualquer, que ficava vermelha rapidamente. A muito tempo meus cortes não se abriam e ve-los sangrando de novo me deixou aterrorizada com as lembranças. Quando era menor, acho que uns 4 anos atraz, um pouco depois dos meus pais morrerem, eu acabei me cortando por conta da deprimencia. A dor, o sangue e a fraqueza eram horriveis, mas de alguma forma eu sentia certo alivio de ver minha vida vazando aos poucos, era algo que eu não intendia, mas me ajudava e me acalmava. Um dia uma mulher me pegou atraz de um dos predios abandonados perto da sua casa, com os pulços abertos mais um vez, e me levou para sua casa. Por sorte ela era uma especie de curandeira, enfermeira, porque daquela vez eu me descontrolei e quase acabei desmaiando. Ela chamou meu tio e me ajudou a me levar para casa. Meu tio me deu uma bronca, mas depois acabou caindo em lagrimas pedindo para que eu parasse, então prometi que tentaria. Claro que acabei me cortando umas outras duas ou três vezes antes de para definitivamente com esse vicio, mas acabei parando e me sentindo aliviada ao ver que os cortes começavam a cicatrizar. Vez ou outra eles abriam de novo por estarem muito fracos , por isso evitava sair de casa, correr muito ou fazer educação fisica na escola, e logo se tornava cada vez menos frequente eles se abrirem, na verdade, não se abriram mais por qualquer coisa. Pelo menos até agora. Acho que por causa dos meus pesadelos, da minha agitação enquanto dormia e o medo de encarrar o dia de hoje.
O começo dos jogos e da minha provavel morte precoce. Maravilha. Passei algumas horas da noite imaginando como seria, mas era algo muito dificil já que a arena pode variar do deserto mais escaldante e seco as montanhas mais geladas, as florestas mais verdes a praias quentes, então logo voltava a dormir.
Assim que o sangue parou de escorrer e começou a estancar, fui até a sala procurar uma maletinha de primeiros socorros que tinha visto mais cedo, esperando não achar ninguem já que só teriamos que sair as 3 da tarde e ainda eram 7 da manhã, mas encontrei Viller sentado na bancada bebendo café
- Não devia estar dormindo?- perguntei me aproximando
- Pergunto o mesmo a você- ele responde
- Então acho que nós dois não conseguimos dormir, não é?
- Mais ou menos isso. O que é isso no seu braço?- ele falou apontando para a toalha que eu prensava no pulço e que um dia foi branca
- É que... houve um acidente... me mexo demais quando durmo...- falei meio relutante. Ela não pareceu convencido

- Sei, sei...- ele se levantou e segurou meu braço- acho que tem um kit de primeiros socorros por aqui
Não demorou muito para acharmos a maletinha. Ele passou uma das pomadas com cheiro forte que tinha e passou no meu braço, minha primeira sensação foi de pura dor, depois o melhor dos alivios que já senti. Ele tambem me ajudou a enrolar meu braço com os rolos de esparadrapo e a guardar as coisas
- Acho melhor esconder isso- ele falou
- Sim... Acho que já sei como- falei e voltei ao meu quarto, fucei nas gavetas e encontrei as roupas que usava no dia da colheita, o vestido cinza esverdeado com  mangas compridas , a sapatilha marrom e, o que eu procurava, luvas de couro
As luvas não eram muito grossas e era do meu pai, mas acabei ficando com elas, ainda mais porque elas cobriam meus braços até o ante-braço, assim, escondendo os cortes. Os coloquei e voltei para a sala onde Viller já começava a comer, então o acompanhei. Comi bastante e depois fiquei desenhando um pouco em uma folha de papel em quanto os outros comiam. Genilla fez questão de me elogiar, assim como Calwin a até o Viller. Enfim, o nosso tempo de ficar de bobeira ser esgotou e logo, eu fui arrastada até o terraço do lugar, onde implantara um rastreador no meu braço (afinal, é horrivel quando o caçador perde sua presa) e me levaram a um lugar onde colocariamos as roupas designadas e esperaríamos para ser lançados na arena. A viagem foi rapida, não mais do que uns 10 a 20 minutos, mas assim que entrei no predio que me levaria ao subsolo na arena, o tempo parecia se arrastar. Fancily me ajudou a colocar o macacão colado preto com manga curta que não que só me cobria até a coxa, deicando minha canela exposta, com um capuz e botas cinzas de cano curto
- Pelo visto a arena esse ano vai ser bem molhada. Roupa impermeavel- ela falou- Acho que não sera um problema então, certo?- ela sorriu
- Claro...- falei meio nervosa
- O que é...- ela começou quando tirou minhas luvas e viu minhas mãos enfaixadas, agora começando a ficar manchadas de vermelho outra vez.
- Um acidente. Só... posso ficar com as luvas?
- Bem, não tenho certesa, mas- ela pegou as luvas e colocou com cuidado de volta- Não acho que va matar alguem
Me sentei em um dos banco que tinha lá e fiquei olhando para o nada, apenas esperando. Fancily tentou puxar conversa uma vez mas depois percebeu que não estava afim de conversa, e acho que ela tambem não. Bebi um pouco de agua, mas ela descia que nem pedra. Logo ouvi o som de um sino que sinalizava que deveria entrar na plataforma que me levaria até a arena a cima de mim. Abracei Fancily, agradeci por tudo e ela me desejou boa sorte. Fiquei em cima da plataforma que se fechou e me levou para cima
No começo, a claridade do sol me deixou meio zonza e quase achei que ia cair da plataforma (o que seria horrivel, já que se um tributo saísse antes do sinal, uma bomba seria acionada e a pessoa explodiria em milhares de pedaços), mas quando me acostumei, consegui ver a arena nitidamente. Todos os tributos estavam alinhados um do lado do outro com a mesma roupa que eu.  A uns 10 metros de distancia, estava a Cornocopia, refletindo o sol brilhante na sua estrutura metalica em forma retangular, e dentro, pilhas de potes e baus que deviam conter comida, agua, remedios, fora as armas reluzentes e arrumadas, prontas para cortar qualquer cabeça fora. Olhei para o chão e vi areia, leve e dourada cobrindo uma grande estenção da ilha em que estavamos.Atraz de nós, podia ver um vasta selva com alguns barulhos estranhos, ao Norte, não muito longe e nem muito perto, podia ver a silhueta de uma outra ilhazinha, assim como a leste,onde uma ilha um pouco menor e mais distante estava, e a oeste, onde duas outras diminutas ilhas ainda estavam. A agua era verde e quase não se via muita coisa, com poucas ondas, um mar calmo que se estendia até onde a vista conseguia alcançar. O ceu azul e limpo deixavam o sol brilhar forte. Resumindo, eu me sentia em casa, Era como se a ilha fosse feita para mim, e ao mesmo tempo para me deixar atordoada, porque pelo fato de parecer tanto com a minha casa é que me deixava confusa.
Faltavam alguns segundos para nós podermos sair das nossas plataformas. Todos os tributos já se aprontavam ou para fugir para dentro da selva atraz de nós, ou nadar para alguma das ilhas que não estavam tão distantes ou para tentar chegar a Cornocopia. Então o alarme suou, e minha unica reação foi me tacar na areia e correr para a Cornocopia.
A areia tornava a corrida mais dificil, e assim, muitas pessoas tropeçavam e engoliam areia, mas eu já estava acostumada, e Viller tambem. Mesmo assim, os dois tributos do 1 e o garoto do 2 chegaram primeiro, e atiravam flechas e lanças em qualquer um que se aproximava, depois partiram para cima, matando varios dos que ainda tentavam chegar a cornocopia ou figir na floresta. O garoto do 3 agora corria na minha direção com duas facas, então eu parei e assim que ele estava perto o suficiente, desviei de um golpe dele, tomei uma das facas, mas quando ia me afastar, ele me acertou nas costelas com a faca, fazendo eu cair no chão, e quando ele estava prestes a me dar o golpe final, eu desviei, impurrei ele e varei o pescoço dele com a faca. Menos um. Ainda armada com a faca, fui correndo até a cornocópia e esbarrei em uma garota do 7, que assim que levantou tentou me matar com uma espada, mas consegui me desviar varias vezes até que ela me deu um soco na costela em que acabara de ser atingida e cai no chão, dando a ela a chanc de tentar me dar co golpe final, mas fui mais rapida e taquei a minha faca nela que acertou sua cabeça, e ela caiu no chão. Menos dois. Assim que me levantei, tentei voltar a correr, mas as minhas costelas doíam e logo cai no chão. Sentia o sangue quente escorrendo pelo meu corpo e, mais uma vez, pelo meu pulço.
Logo, senti alguma coisa afiada sendo pressionada atraz do meu pescoço
- Não se mexa- ouvi uma voz falar bem alto, meio rosnado
Fiquei parada, nem respirava até que vi na minha frente um garoto não muito alto, moreno de cabelos escuros e bagunsados, sorrir para mim. O garoto do 2
- Acho que essa vale a pena- ele falou e sorriu maliciosamente
Ele estendeu a mãe e com muita dificuldade me levantei. Olhei em volta e via a praia com areia tingida de vermelho, varios corpos ainda estendidos no chão, alguns sem cabeça, braços ou pernas, fora os corpos de alguns dos tributos que tentaram fugir pela floresta, mas foram pegos por uma lança, tridente ou flecha. Olhei para frente e vi que estava na boca da cornocopia, junto com outras pessoas que me olhavam de forma ameaçadora
- Bem vinda aos carreristas, 4- o garoto do 2 me falou

Coliz Off

Nara On

Não consguia mais respirar direito, mas mesmo assim continuava correndo o mais longe que conseguia. Não sabia o quanto já tinha corrido, mas tinha certesa que ninguem mais devia estar muito perto de mim. Esbarrei em uma garota do 6, mas ela foi para a dirção oposta. Parei de correr e me encostei em uma pedra para tomar folego. Sai sem muitos ferimentos, apenas um ralado por conta dos tombos e um leve corte no braço direito não tão fundo causado por uma flecha que quase me atingiu. Tive sorte.
Tinha combinado um jeito de achar o Matew, mas não lembro muito bem, acho que por causa da falta de ar no celebro. Primeiro, correr o mais longe pussivel em direção ao norte. Okay, eu dei a volta na Cornocopia e vim até nadando a andando até aqui (porque a agua não era tão funda, mas mesmo assim tinha uma correntesa forte). Segundo: ter certesa de que ninguem me seguiu. Olho para todos os lados, mas não ouço nada fora os passaros e a leve brisa quente que balança as folhas. O que vinha depois?
Procurar os sinais. Ele disse que ia marcar em algumas arvores uma letra M em alguma das raizes a assim poderia segui-lo, assim como Emy, que concordou de ultima hora se juntar a nós. Fiquei mais um tempo tomando folego, depois me levantei e recomeçei a andar, dessa vez mais devagar por que ainda estava cansada e para procurar a letra M em alguma raiz de planta. Em quanto andava, fui pretando atenção na selva estranha em que tinha me escondido
As arvores eram realmente bem altas a ponto de ser impossivel conseguir se seguara em um galho e escala-la, e formavam um dossel que quase não deixava a luz chegar ao chão, mas mesmo assim, o lugar era muito quente. O chão tinha uma terra escura e fofa  com poucos galhos ou folhas que cobriam o chão, de forma que andar em silencio era mais facil. Ouvia apenas alguns passaros cantando bem longe, mas não me pareciam familiares, assim como as plantas mais baixas e arbustos, que deixavam o lugar mais dificil de andar sem que você acabasse cortando as canelas expostas.Andei por mais alguns minutos até começar a ouvir os canhões. Sempre que algum tributo morre, um canhão sinaliza a morte dele, mas você só fica sabendo quem foi a noite, quando no ceu noturno o rosto das pessoas mortas aparece ao lado do numero do seu distrito. Como muitas pessoas morrem nos primeiros minutos, não teria como ativar um canhão para cada morto, então o numero de pessoas mortas, só começavam a dar os tiros de canhão depois de meia hora, quando varios tributos já morreram ou a maioria já tinha fugido
Fui contando os tiros. Um. Dois. Três. Quatro. Cinco. Seis. Sete. Oito. Nove. esperei mais um pouco mas não ouvi mais tiro de canhão nenhum. Mais de um terço dos competidores já estavam fora, mas só saberei quem foi a noite. Será que Matew ou Emy eram um deles? Não fazia ideia, mas torcia com todos os meus esforços para que não.
Continuei andando por um bom tempo, minha boca começava a ficar seca e minhas pernas doendo quando avistei o primeiro M entalhado em uma raiz. Ele estava vivo. Continuei seguindo as entalhações que, memso que eu me perdesse de vez em quando, elas ficavam cada vez mais numerosas até que eu vi ao longe alguem sentado no chão revirando uma mochila simples. Finalmente achei ele
-Matew!- chamei e fui correndo pra perto dele
Ele se levantou e me abraçou

- Dá pra não gritar da proxima vez? Se não todos os outras vão saber onde estamos- ele falou meio nervoso olhando para os lados
- Hum... desculpa...
- Tudo bem.- ele sorriu
- E a Emy?
- Não achei ela ainda, mas não deve estar longe- ele falou e voltou a mexer na mochila
- Como conseguiu isso?
- Tinha um garoto correndo perto de mim que tinha conseguido pegar essa mochila, mas foi morto por uma flecha, então eu peguei.
Ele tirou o que tinha dentro da mochila. Um cantil com um pouco de agua, um saco de dormir e um saquinho om fatias de frutas secas e uma bussola, apenas isso, mas me parecia muito pouco para sobreviver. Como eu não tinha nada, ele concordou em dividir comigo.
- Ok então. Acho melhor continuarmos nos distanciando. Lembra das outras três ilhas? Acho que podemos tentar chegar naquelas duas menores que ficam a Oeste, acho que lá vai ter menos pessoas- ele olhou para a bussola e depois começou a andar.
Jurava que essa selva era menos, porque nó andamos por uma hora e ainda não tinhamos chegado a praia, e o calor não ajudava em nada na caminhada. O calor na verdade só piorava as coisas, porque não apenas nos deixou cansados mais rapido, como fez nosso cantil de agua acabar, e não tinhamos visto nenhum riu, lago o qualquer coisa parecida. Outra coisa que dificutou muito a caminhada foi a coçeira, porque por algum motivo nossas pernas coçavam muito. Andamos mais alguns quilometros até chegarmos a praia e onde podiamos ver mais ao fundo duas ilhas que tambem tinham uma enorme e espeça selva.
- Pelo visto vamos ter que nadar até lá
- Nadar? Mas não e nadar!
- A agua não é tão fundo, acho que da pra ir praticamente andando- ele falou e começou entrar na agua
Acabou que realmente não era muito fundo, e mesmo para mim que não sou tão alta, a agua só chegava até o peito. Um lado bom: não sentia mais calor, um lado ruim: sentia calafrio até a alma. A Agua era relamente muito gelada e a cada leve correntesa eu sentia o frio tomar conta do meu corpo. Nadamos por um tempo e conseguimos chegar a ilha quando já estava praticamente a noite, então começamos a procuramos um lugar para ficar. As arvores meso não dando para escala-las e dormir nos seus galhos, as raizes era altas e grossas, de maneira que conseguimos fazer uma especie de trincheira cavando a terra com as mãos até formar um burraco grande o suficiente para nós dois podermos deitar e não sermos vistos. Tive a ideia de que um de nós devia ficar viginado em quanto o outro dormia, Matew concodou mas fez questão de ficar de vigiando primeiro, e como eu estava muito cansada acebei concordando. Me ajeitei no saco de dormir que tinhamos
A noite estava muito quente, e os insetos logo apareceram para me enxer, mas depois de um tempo acabei não me incomodando.
Um pouco depois, a insignia da Capital apareceu no seu e o hino começou a tocar. Isso significava que eles mostraria as mortes de hoje. Torcia para que Emy não aparecesse, porque não tinha certesa que ela estava bem. A primeira imagem foi de um garoto do 3, isso significa que todos os do 1 e do 2 estavam vivos assim como a garota do 3. O proximo foi uma garota do 6, então todos do 4 e 5 tambem estavam vivos. A garota do 4, qual era mesmo o nome dela? Bem, estou feliz que ela esteja viva, já que ela parecia legal. As imagem foram seguidas pelos dois garotos do 7, um do 8, e os dois do 9 e do 12.  Isso significava que  mais de um terço dos tributos já morreu no primeiro dia, nos primeiro minutos e ainda restavam 15 pessoas, os carreristas, uma garota do 3, os dois do 4 e 5, o garoto do 6, um garoto do 8, eu e o garoto do meu distrito Lester,mas o mais importante, Emy estava viva
Esse foi o pensamento que me ajudou a dormir, alem do fato de Matew estar vigiando, e logo peguei no sono

Nara Off